Jornalista, pesquisadora e empreendedora social, Marcelle Chagas atua na interseção entre comunicação, inovação e equidade racial.
Reconhecida como Mozilla Tech & Society Fellow (2024–2026) e integrante da Columbia Women’s Leadership Network (2025), ela transforma a informação em ferramenta de justiça cognitiva e mudança social.
Marcelle Chagas é jornalista, com mestrado em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense, MBA em Comunicação online e marketing digital, pesquisadora e empreendedora social que atua na interseção entre mídia, tecnologia e diversidade. Reconhecida como Mozilla Tech & Society Fellow (2024–2026), integra a Columbia Women’s Leadership Network (2025), é alumni da Clinton Global Initiative University e foi selecionada para o WAN-IFRA WIN Global Leadership Accelerator (2025).
Sua trajetória combina políticas públicas, incidência internacional e inovação comunitária. Participou da elaboração do Relatório “Racismo na Internet”, que subsidiou o Plano Nacional de Comunicação Antirracista do Governo Federal. Com especialização em divulgação científica, produziu policy briefs para o CNPq e a Fiocruz sobre a relação entre mudanças climáticas e saúde.
Costumo dizer que sou nada ortodoxa. Sempre olho para o lado em que quase ninguém está olhando — e acredito que isso me permitiu formular soluções, inovar e buscar novos caminhos para enfrentar problemas complexos. Sou também mãe de um menino de 11 anos, que inspira meus passos e me lembra diariamente da importância de lutar por um futuro mais justo.
Durante muito tempo da minha vida fui atleta de voleibol, jogando profissionalmente pelo Clube de Regatas do Flamengo dos 12 aos 18 anos, com a camisa 7 rubro-negra. Foi nas quadras que aprendi o valor da ética, do trabalho em equipe, da resiliência e da liderança em rede.
Maior articulação de jornalistas negros no Brasil, com impacto internacional. Promove representatividade, equidade e excelência no jornalismo brasileiro.
Ação histórica de mobilização política em defesa da equidade comunicacional. Advocacy por políticas públicas de comunicação antirracista.
Pesquisa participativa sobre desinformação, raça, gênero e território. Investiga como a desinformação afeta comunidades vulneráveis.
Rede transnacional de proteção digital para comunicadoras negras. Combate à violência online e fortalecimento da segurança digital.
Iniciativa que conecta saberes ancestrais, inteligência artificial e combate à desinformação. Inovação com raízes culturais.
Idealizado por Marcelle Chagas, o prêmio celebra os grandes nomes, a diversidade e a luta antirracista no jornalismo do Brasil.
Programa internacional de fellows trabalhando na interseção entre tecnologia e sociedade.
Programa de liderança feminina com foco em impacto global.
Programa de aceleração para lideranças femininas no jornalismo global.
Reconhecimento pela contribuição ao jornalismo brasileiro e representatividade feminina.
Categoria Sustentabilidade pela reportagem ‘Cresce o número de empregos verdes’.
Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro – reconhecimento por contribuição à justiça social.
Pré-júri do Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde da Fundação Gabo.
Juri da premiação anual que celebra as melhores práticas de relações públicas e comunicação organizacional no Brasil e na América Latina.
Subsídio para o Plano Nacional de Comunicação Antirracista do Governo Federal. Análise das práticas racistas em plataformas digitais.
Plano de trabalho interministerial para ações, estratégias e orientações relacionadas à comunicação antirracista na administração pública federal.
Manual prático para profissionais de comunicação implementarem práticas antirracistas no ambiente digital.
E-book desenvolvido para a Fiocruz sobre estratégias de combate à dengue em territórios vulneráveis.
Documentação histórica da causa comunicativa racial no Brasil e impactos da mobilização política.
Referência internacional sobre modelos de mídia independente no Brasil (Thomson Media).